Já tentei algumas vezes definir meu Diretor de Cinema predileto. O único e grande influenciador dos meus pensamentos e desejos cinematográficos.
Não consegui.
Até o final dos anos 90 eu diria que David Fincher que dirigiu Seven e Clube da Luta (citando suas duas Obras-Primas) seria o cara.
Depois conheci o trabalho do jovem Paul Thomas Anderson – Buggie Nights, Magnólia e Embriagados de Amor – e o coloquei na lista...
Steven Spielberg com certeza tem sua importância.
E aí vão Francis Ford Coppola, Martin Scorsese, Ridley Scott, Brian De Palma... com grandes trabalhos realizados.
Abri meus horizontes e observei o outro lado do Mundo. Não pude deixar de incluir nesta lista Akira Kurosawa e mais recentemente Wong Kar Wai.
Os coreanos Kim Ki Duk e Park Chan-wook ganharam meu respeito com seus ousados e contundentes trabalhos (Casa Vazia e Oldboy respectivamente).
Do passado veio o mestre Alfred Hitchcock com uma das mais extensas e fenomenais filmografias.
De volta ao presente, M. Night Shayamalan, Sofia Coppola, Fernando Meirelles, Alejandro González Iñarritu, Darren Aronofsky e Luiz Fernando Carvalho são imprescindíveis.
Mas então eu pensei
Gênio em sua essência. Habilidoso tecnicamente. Escritor engenhoso. E um chato de dar pena de quem trabalhou com ele.
Aprecio muitos artistas... mas definitivamente Stanley Kubrick com sua personalidade indigesta, sua sensibilidade avassaladora e a maravilhosa técnica com as câmeras, fica com o topo desta lista... tão difícil de definir quanto seus próprios trabalhos.
Abraços a todos... e ótimos filmes.
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